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quarta-feira, 13 de abril de 2011

O TWITTER TAMBÉM INSPIRA.....



Por: Francione e Samara
Mistura perfeita: tempo chuvoso, frio e o twitter! Sim, o twitter. Foi com essa mistura que os acadêmicos do quinto período de jornalismo, Francione e Samara soltaram a imaginação na manhã desta quarta feira, dia 13 de abril. A acadêmica do primeiro período de publicidade e propaganda, Iara, disse que os dois estavam inspirados, pois a pequena produção sobre o tema “Amor” resultou em um texto apelativo e dramático. É, meus caros leitores, as redes sociais podem servir de grandes inspiradores para grandes poetas. (rsrsrsrs) Basta saber utilizá-la. Confira a produção dos futuros jornalistas inspirados.
Hoje é uma dia especial, um dia pra ficar na memória de todos. Onde lembranças ressurgem do nada e sentimentos brotam no vazio do coração  e me fazem voltar a um tempo, um tempo o qual me trazem lembranças da minha infância e adolescência. Tempo que por muitas vezes me questionei sobre as dores do amor. Amor insensível, ) amor platônico, amor não correspondido, amor o qual mais tarde me traria uma surpresa que me deixaria feliz, e ao mesmo tempo triste. Surpresa a qual fiquei em dúvida se acreditaria no que estava acontecendo comigo. Surpresa que fez com que meus sentimentos se transformassem no amor mais profundo que poderia sentir por uma pessoa. Amor sem limites! Aquele que me faz sentir o friozinho na barriga só de pensar. Que me faz viajar nos pensamentos aquele que alucina e me faz viajar pelo corpo da pessoa amada. Mas quando paro e penso que tudo pode ser uma ilusão, o meu coração congela e a cabeça passa a pensar em tudo que me deixava nervosa. Então respiro. E lentamente vou acordando de um sonho que jamais foi realidade. Levanto-me da cama lavo meu rosto com a água gelada e volto a minha rotina cômica e platônica de todo sempre.
FIM!
Neste clima, neste 13 de abril, dia do beijo. Nada como uma inspiração, até mesmo das redes sociais para “esquentar” não é mesmo?

Esta foi uma produção independente dos acadêmicos de Jornalismo 5º. Para mais informações

terça-feira, 12 de abril de 2011

Efeito, Japão!!

Dia 11 de março de 2011. Quase três horas da tarde no Japão, madrugada aqui no Brasil. Teria tudo para ser um dia tranqüilo, as pessoas irem trabalhar, almoçar, buscar as crianças na escola, enfim, aquela rotina da maior capital tecnológica do mundo. Bem, teria. Pois nesse momento esta mesma potência tremeu, e o mundo parou. 
Um terremoto de magnitude 8,9 graus na escala Richter atingiu a costa nordeste do Japão, gerando um tsunami que devastou o local. Juntando casas, carros, barcos e tudo o que havia pela frente.  Uma cena realmente horrorosa.  Milhares de pessoas morreram, e outras milhares ainda estão sem moradia, quase um mês depois do ocorrido.
O Japão é somente mais um exemplo de que o modo como o homem vem agredindo o mundo é terrívelmente relevante e, a natureza está vindo buscar o que é de fato,dela. 
De que adianta tanta tecnologia, carros e computadores que andam por conta própria, robôs fazendo papel de ser humano, e este mesmo ser humano querendo cada vez mais que as máquinas tomem conta de seus afazeres.  O crescimento das fábricas é constante e cada dia mais rápido.
Seria mais fácil nós, habitantes deste mundo o qual vivemos cuidar mais de tal ambiente, pensando no futuro, ou quem sabe a natureza se adaptar às nossas manias capitalistas e pensamentos “grandes” em sermos os maiores criadores, e ao mesmo tempo destruidores de mares, de rios, poluidores de ruas e do ar?
Já foi o Chile, o Haiti, a Indonésia, o Peru , o Japão, entre muitos outros locais em que a natureza está mostrando a sua força e como se ela dissesse: “ Eu sou capaz, cuidado!”

essaseoutras.com.br

 Se houver alguém que ainda desconfie dessa nossa mãe (natureza), que atire a primeira pedra.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Nem a Guerra separa uma amizade.


A amizade é o sentimento mais puro e sincero que alguém pode sentir, já dizia o poeta. Pois bem, nos dias de hoje esse sentimento não se encontra facilmente e as pessoas crêem que ele não seja mais tão importante em nossas vidas. Porém, o que o irlandês John Boyne nos conta no livro O Menino do Pijama Listrado em 2008 é uma história que pode servir de exemplo para muitas pessoas.
A história se passa durante a Segunda Guerra Mundial, na Alemanha onde Bruno é um menino de 9 anos, filho de um nobre oficial alemão que teve de deixar o conforto de sua casa, e trazer consigo sua família para viverem próximos a um campo de concentração. O menino, que não possui amigos e vive sempre sozinho  não faz idéia de que seu pai foi fazer neste lugar totalmente diferente da sua casa onde morava em Berlim.
Depois de alguns dias trancado em seu quarto, Bruno passa a explorar o local, e em uma dessas “fugidas”conhece Shmuel, um menino nascido no mesmo dia que Bruno, da mesma idade,que vestia sempre um “pijama listrado” porém com um destino totalmente diferente, era judeu. Os dois meninos passam a brincar , cada um de um lado de uma enorme cerca que separa o ponto policial do campo de concentração.Aí surge o sentimento do qual eu falava no início desta narrativa: a amizade. É uma amizade sincera, onde um só tem ao outro para conversar e passar o tempo.
Bruno não faz idéia do papel de seu pai, e nem o porque  Shmuel tem de ficar do outro lado da cerca. Os dois dão uma lição de vida para quem tem a oportunidade de conhecê-los e mostram como uma verdadeira amizade pode surgir, independentemente de preconceitos, guerras, classe social ou religião. Talvez o mundo precisasse de Brunos e Shmuels para que a paz reine e que possamos realmente descobrir o valor de verdadeiras amizades.
O livro ganhou também a adaptação cinematográfica, gravada em 2008, dirigido por Mark Herman, o qual ganhou o prêmio de melhor direção no mesmo ano pela 11ª edição do British Independent Film Awards (Bifa), principal premiação do cinema independente britânico.

sexta-feira, 25 de março de 2011

A Rede Social e seu ensinamento

Já dizia o velho ditado “o mundo é dos espertos”! E não contrariando tal dito popular, o filme A Rede Social está aí para comprová-lo. O longa metragem foi lançado em 2010 pelo diretor David Fincher e é baseado na história real do criador do facebook. 
Mark Zuckerberg é um garoto que estuda em Harvard, e é um ótimo programador de computadores. Porém, não é popular e nem bonito. Ele namora uma garota, a qual termina o namoro logo nas primeiras cenas do filme. Com o término da relação, Mark segue para seu quarto e escreve sobre sua ex em seu blog. Na mesma noite ele embriaga-se e trabalha em uma  idéia. Uma idéia que até então ninguém havia pensado.
Naquela noite de 2003, surgia em seu quarto uma revolução da comunicação na internet. Ele baseou-se em tudo o que as pessoas gostariam ou necessitavam saber sobre as outras pessoas. Em várias cenas é possível analisar esse aspecto. Quando alguém o pergunta em que ele é interessado. Aí Mark corre para seu quarto e ajusta o novo invento conforme achasse que as pessoas se adequariam.  O menino não faria isso sozinho,não é mesmo? Claro que não. Ele contou com a ajuda de seu melhor amigo, Eduardo, o qual passaria a cuidar das finanças do “negócio”. Porém tal parceria não dura até o fim da trama, pois enquanto Eduardo faz uma viagem para encontrar anunciantes para o site, Mark conhece Peter, um já conhecido produtor de sites. Esse passa a cuidar das finanças e ergue Mark como um grande empresário. Assim acaba a amizade e inicia uma grande briga entre Eduardo e seu então, ex amigo Mark.
Enfim, o filme baseado também no livro The Accidental Billionaires, comprova que na vida ninguém consegue subir sem amigos, mas que também não sobe sem fazer inimigos. Um exemplo disso é Mark, o garoto que em sua época de faculdade, embreagado e com tantas pessoas o julgando conseguiu superar e se tornar o bilionário mais jovem do mundo. Usando a imaginação e colocando em uma página da internet algo que as pessoas procuravam, se tornou um dos maiores gênios do mundo da comunicação e também da informática.
Mark prova que aquele  ditado popular não está longe da realidade atual. Para ser reconhecido e ter o seu trabalho no topo do mundo é preciso sim ser esperto. Ou nesse caso, superar os seus próprios limites.
O facebook é um fenômeno, possui mais de 500 milhões de membros e o filme já conquistou vários prêmios, entre eles o de Melhor Roteiro Adaptado, melhor edição e melhor trilha sonora ao oscar de 2010.

sexta-feira, 18 de março de 2011

A velha infância.


 Há semanas atrás estava eu, sentado em uma mesa de um bar, olhando a vida passar, os pássaros cantar e as pessoas correrem de um lado para outro em suas rotinas, do trabalho para casa e da casa para o trabalho. Essa cena um tanto quanto cômica, me fez refletir sobre o tempo em que eu era criança. Quando jogava futebol no meio da rua sem preocupações com a criminalidade, subia em árvores quando ainda havia elas para subir, quando eu confiava nas pessoas que brincavam comigo e dividia meus poucos brinquedos.  Comecei a crer que agora adulto,  devo agradecer por ter tido infância naquela época.
As coisas na verdade continuam as mesmas, o que mudou é que agora somos mais “informados”. Sabemos o que está acontecendo e como está acontecendo no momento exato.  Ninguém engana mais ninguém, ninguém omite mais nada. Percebo que o mundo está em uma nova era, a era da comunicação, da internet, onde em minutos sabemos de tudo.
Quando era criança nunca imaginei que veria crianças assaltando, “ficando” e acreditem vocês, nem se drogando. Da mesma forma que nunca imaginei ver os idosos apanhando dos próprios filhos, os quais na minha época respeitavam os pais como deuses. 
Confesso que parei de pensar um pouco, e voltei a reparar em uma menina logo a minha frente,deveria ter entre seus 13 e 15 anos,  estava com um notbook  e parecia estar realmente concentrada em algo muito importante. Algumas outras meninas estavam ao seu lado, conversaram com ela, mas a pobre garota estava presa àquele equipamento que mal ouvia o que as amigas diziam.  Depois de alguns minutos de tentativas, as meninas não resistiram e acabaram rendendo-se também aquela que parecia ser a coisa mais importante na vida dessas garotas. 
Vendo aquela cena, me perguntei: e onde está a infância dessas garotas? Cheguei a conclusão que aquela época que eu vivi não existe mais. O fotolog e o orkut vieram para facilitar a exposição na tal “comunidade” onde todos ficam sabendo de todos. E nem precisa ser cidade pequena,viu?  Conclui  que não veria nada de diferente mais naquela tarde. Levantei-me e fui para casa.
No caminho tentei achar uma solução para tudo isso. Talvez arrumar o que está desarrumado: os sentimentos.  Ou quem sabe a solução seja somente se acostumar com a linguagem que a internet estabeleceu.  E olha que já existem cursos para isso!
Cheguei em casa, deitei na cama, e sem utilizar nenhuma dessas tecnologias atuais, fechei meus olhos e dormi, como nos meus tempos de criança.

neste texto há academica Samara Graciolli, relatou um pouco sua infancia.